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O abandono à Divina Providência

  • 19 de mar. de 2025
  • 1 min de leitura

«A ação divina, como plenitude que é, ilimitada, não pode apoderar-se duma alma senão enquanto essa alma está vazia de toda a confiança na sua própria ação, porque esta confiança é uma plenitude encoberta que exclui a ação divina.


O obstáculo mais próprio para a deter é o que a alma encontra em si mesma; porque os obstáculos exteriores, esses sabe ela, quando lhe apraz, transformá-los em meios. Tudo lhe é igualmente próprio e tudo lhe é igualmente inútil. Sem ela, tudo é nada, e o nada é tudo por ela. Meditação, contemplação, orações vocais, silêncio interior, atos das potências, sensíveis ou distintos ou menos percebidos, retiro ou ação, sejam em si mesmos o que se quiser; o melhor de tudo isso, para a alma, é o que Deus quer no momento presente; e tudo isso, a alma deve olhar com uma perfeita indiferença, como não sendo absolutamente nada.»

(Pe. Jean de Caussade, O abandono à Divina Providência)

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